23 de nov de 2011

Preso injustamente por 19 anos, homem morre após ser avisado sobre indenização.

Pernambucano foi preso duas vezes sem ser julgado e morreu pouco tempo depois de receber a notícia de que receberia o restante da indenização no valor de R$2 milhões
O pernambucano Marcos Mariano da Silva, 63 anos, que passou 19 anos preso injustamente, morreu nessa terça-feira, logo após ser dada a notícia de que receberia do governo de Pernambuco o restante da indenização de R$2 milhões, referente à ação que movia contra o estado. O homem foi encontrado morto pela esposa, em sua casa, no bairro dos Afogados, no Recife.
O ex-mecânico, pai de 11 filhos, foi preso em 1976 no Presídio Aníbal Bruno, acusado de matar um homem em Cabo de Santo Agostinho (PE). Ele ficou quatro anos em cárcere até que a polícia descobriu o verdadeiro culpado do assassinato. Em liberdade, Marco Mariano trabalhou como taxista, mas foi vítima de mais uma injustiça. Em 1985, ele foi encontrado armado com um revólver calibre 38 e foi levado para o presídio. O juiz Aquino Farias de Reis declarou que a vítima estava em liberdade condicional e respondia a inquérito policial.



22 de nov de 2011

21 de nov de 2011

Polícia Militar é acusada de espancar e torturar homem em Itamonte.





Cultos e Justos Senhores,
Só Peço Justiça!
Da Digna Corregedoria de Policia Militar de Minas Gerais,
Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República,
Organização dos Direitos Humanos da OEA,
Ouvidoria do Estado de Minas Gerais
Ministério Público de Minas Gerais

Abuso de Autoridade , Com Agravante de Tortura- Crime Hediondo

O que abaixo se narra está comprovado por testemunhas idôneas e documentos verídicos!

Lugar de Policial Bandido é na cadeia!!!

AOS BONS A PROMOÇÃO E O AGRADECIMENTO!

No ultimo dia cinco de setembro deste ano, eu e meu amigo Maciel Diniz de Carvalho estávamos nos dirigindo a praça da matriz de nossa querida Itamonte, quando nos colidimos com um cavalete de madeira que fica próximo ao destacamento da Policia Militar de Itamonte, não nos dando conta disso (A placa inclusive esta com legendas de um só lado, sendo que do lado que tropeçamos nada esta escrito, inclusive atrapalhando o trãnsito de estudantes e pedestres), continuamos nosso caminho sem levantar a placa, já que confesso estávamos “de fogo” .

Quando estávamos na Praça Matriz fui abordado pelo soldado Giovane conhecido na cidade por “Vá” que me perguntou: Você e seu colega de jaqueta vermelha derrubaram a placa e onde ele está? Vocês vão levantar por bem ou por mal!

Respondi: Está bom! O meu amigo está aqui!

E nisso apontei meu amigo Maciel que estava ao nosso lado, mas já sem a jaqueta vermelha que o mesmo tinha emprestado para uma amiga assim que chegamos à Praça Matriz.

Nisso se aproximaram os soldados, que juntamente com o soldado Giovane me agrediram fisicamente sem eu sequer ter dito ou feito algo que os ofendesse moralmente ou fisicamente. As agressões foram as mais diversas possíveis mesmo depois de algemado e com um deles ajoelhados sobre minhas costas, continuaram com “Chutes”, “Pontapés”, “Murros”, “Tapas” e “Cassetetes”.

Prenderam-me ilegalmente em total abuso de autoridade e covardia. Tudo isso na frente de testemunhas idôneas e inúmeros cidadãos de nossa cidade. Feito isso me levaram para a viatura onde as agressões continuaram com “Coronhadas” e “Murros”. Conduziram-me ao hospital que fica a cerca de trezentos metros da Praça Matriz onde os policias pediram ao enfermeiro “Luciano” fornece um exame de corpo delito que o “Cidadão está bem” e assim foi feito.

Nisso avistei meu amigo Maciel e pedi para ele avisar meu irmão e chamar um advogado.

Fui conduzido na viatura e sempre com a pergunta dos policiais Militares: “Onde está o seu amigo de jaqueta vermelha? Fala se não vamos te matar?

Eu respondia que quem estava comigo era o Maciel, coisa que não acreditavam e em resposta vinham mais coronhadas e socos.

Saindo do hospital pararam no destacamento da Policia Militar onde fui agredido novamente com a chegada do soldado “Alan” gritando “Ele é louco”. Ficou no destacamento o soldado Michel que estava até com lesões nos dedos de tanto socar minha cabeça.

Seguiram comigo para a cidade de Itanhandu os soldados “Giovani”, “Adilson” e “Daniel”, antes passaram na casa do soldado Adilson e este pegou um conhecido aparelho de tortura o “Soco Inglês”, foi ai que continuei apanhando mais doido e no trajeto para cidade de Itanhandu continuavam “Alucinados os Policiais” querendo que eu entregasse o verdadeiro “Jaqueta Vermelha”. Quando chegaram à entrada do Bairro Rural da Berberia gritavam “Vamos entrar pela Berberia assim matamos ele e jogamos o corpo no rio”. As ameaças de morte e as torturas para que eu confessa-se quem era o rapaz da “Jaqueta Vermelha” parecia que não tinha fim... Eu já sem forças sequer para respirar rogava a Deus que aquilo tivesse fim. Em seguida pararam a viatura no local conhecido como “Fazenda do Bernardino”, onde fui jogado da viatura algemado com as mãos para trás o que, aliás, assim permaneci todo o tempo e espancado cruelmente com chutes, socos e tortura psicológica para que desse conta do “Jaqueta Vermelha”. Repetiam sempre aos berros: “Se contar para alguém vamos te matar vagabundo, você e sua família” Chegando a Itanhandu fomos atendidos pelo escrivão da policia civil daquela cidade onde foi solicitado ao mesmo que lavrasse o auto de minha prisão, pois eu teria chutado a placa da Policia Militar e agredido os referidos soldados!!!!!!! Santa Covardia!!! O escrivão disse que não tinha motivo e que eu estava liberado!!!!

Com Hematomas diversos, vômitos, hemorragia nasal, hematomas e hemorragia nos olhos, a boca sangrando e sem sequer poder me mover direito os policiais covardemente abandonaram seu “Brinquedo” no passeio em frente à delegacia, depois de cerca de meia hora mais ou menos e me dirigi ao hospital da cidade de Itanhandu, que fica a cerca de cem metros da delegacia com muita dificuldade onde fui medicado. Voltei de ônibus para Itamonte mais parecido com um monstro, todo sujo e ensangüentado, onde tirei as fotos que encaminho as dignas autoridades , bem como exame de corpo delito, exame de vista. Sou pessoa humilde, porém trabalhador e agora estou vivendo de favores e não sei ainda até que ponto terei seqüelas dessa tortura que infelizmente foi praticada por alguns maus policiais da Policia Militar de Minas Gerais que muito honra e orgulha os mineiros com seus bravos e corretos integrantes que sei muito bem que não concordam de maneira alguma com esse triste episodio.

"A arbitrariedade de autêntico gangsterismo praticado por quem tem por missão proteger a população, indistintamente.

Os "Policiais" assim agindo, cometeram abuso de poder, desonraram a farda, o decoro militar e o mais grave...

"A TORTURA É CRIME HEDIONDO" e contra a humanidade segundo o sagrado "Direitos Humanos Universais".

DEFENDIDOS PELA ONU E A CONSTITUIÇÃO DO NOSSO PAIS.


Daniel Mendes de Faria



Ficou até a marca das botas dos soldados nas minhas costas.

Folha de São Paulo."Corregedoria investiga enriquecimento de 62 magistrados"


FOLHA DE SÃO PAULO - VENDA DE SENTENÇAS! Corregedoria investiga enriquecimento de 62 magistrados.

A corregedoria nacional de Justiça, órgão do Conselho Nacional de Justiça, está fazendo um levantamento sigiloso sobre o patrimônio de 62 magistrados suspeitos de enriquecimento ilícito e venda de sentenças, revela reportagem do editor deste Blog publicada nesta segunda-feira (21/11) na Folha (*).

Esse trabalho cruza informações do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Receita Federal, Banco Central, Controladoria Geral da União e Polícia Federal. Trata-se de apuração reservada introduzida na gestão do ministro Gilson Dipp e aprofundada pela ministra Eliana Calmon, que assumiu o cargo em setembro de 2010.

"O aprofundamento das investigações pela corregedoria na esfera administrativa começou a gerar uma nova onda de inconformismo com a atuação do conselho", afirmou a corregedora.

O levantamento é demorado porque examina a chamada "árvore de relacionamento": bens eventualmente colocados em nome de parentes ou de laranjas.

Segundo Eliana, a lei que criou o CNJ estabeleceu que a corregedoria tem amplo poder de investigação. Há divergências sobre essa interpretação.

O advogado criminalista Alberto Zacharias Toron afirmou ao repórter Flávio Ferreira que nada impede que o conselho tenha acesso direto a essas informações.

"A Constituição prevê que o CNJ é órgão da cúpula do Judiciário e não faz sentido o conselho ter que pedir autorização para um juiz de primeira instância, por exemplo, para obter a quebra de um sigilo bancário ou fiscal", afirmou Toron.

O criminalista Celso Vilardi discorda. "O CNJ tem competência para conduzir processos administrativos", disse o advogado. "Para obter dados que são inerentes às investigações criminais, como a quebra de sigilos, só com autorização judicial".

Em ação que deverá ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal, a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) questiona os poderes do CNJ para fiscalizar e punir magistrados.